Migração para IPv6 trará novas
oportunidades de negócios para operadoras
Leia a reportagem original publicada no site do
IPNews
A migração para o IPv6 permitirá às operadoras expandir sua base
de clientes e criará oportunidades para novos negócios, uma vez que
a conexão fim a fim possibilitará que os usuários sejam também
provedores de conteúdo.
Estas são algumas das conclusões do estudo da PromonLogicalis,
integradora de soluções em Tecnologia da Informação e Comunicação
(TIC), que atua na América Latina. A pesquisa sobre a implementação
do IPv6 traz aspectos técnicos e mercadológicos da migração, além
de apontar as melhores práticas na transição dos endereços de
internet no Brasil.
Segundo pesquisa divulgada no site IPv6.br, 95% das empresas
brasileiras com dez ou mais funcionários têm computadores. Dessas,
97% acessam a internet. O levantamento aponta também que a internet
é parte das atividades diárias de 92% das empresas brasileiras com
dez ou mais funcionários. Em poucos anos serão mais de 15 bilhões
de dispositivos conectados à internet, acessando remotamente
aplicações e grandes bancos de dados, enquanto o IPv4 suporta
apenas pouco mais de 4 bilhões de endereços.
“É fundamental estar preparado para a adoção do IPv6 a curto prazo.
Isso requer planejamento técnico e financeiro, uma vez que
demandará atualização das aplicações, servidores, sistemas
operacionais, roteadores e demais equipamentos de infraestrutura de
TI”, afirma Lucas Pinz, gerente de tecnologia da PromonLogicalis.
Ele destaca, entretanto, que a maior parte dos investimentos
realizados em equipamentos de rede ao longo dos últimos anos já foi
dedicada a componentes compatíveis com a nova versão do protocolo
IP
Pinz também acredita que com a massiva adoção do IPv6 pelos
provedores de conteúdo, o usuário final precisará ter acesso ao
novo protocolo no seu modem. “Se a operadora não oferecer esta
modalidade de acesso perderá um número considerável de
clientes”.
O executivo explica, ainda, que para o governo brasileiro, a adoção
do IPv6 é uma questão de segurança nacional, pois a internet no
País pode entrar em colapso caso não haja um plano concreto para a
migração do protocolo. “O sucesso do Plano Nacional de Banda Larga
(PNBL) também depende disso. E hoje em dia a maioria dos órgãos
públicos municipais, estaduais e federais usa a internet como
principal meio para troca de informações. Por isso, é enorme a
importância de medidas imediatas para a implantação do IPv6 no
Brasil”.
O objetivo dos testes do IPv6 realizados globalmente é alertar as
organizações de todos os setores – fornecedores de serviços de
internet, fabricantes de hardware, fornecedores de sistemas
operacionais e empresas de Internet – a preparar os seus serviços
para o IPv6 e assegurar uma transição bem sucedida.
A migração para o IPv6 permitirá às operadoras expandir sua base de
clientes e criará oportunidades para novos negócios, uma vez que a
conexão fim a fim possibilitará que os usuários sejam também
provedores de conteúdo.
Estas são algumas das conclusões do estudo da
PromonLogicalis, integradora de soluções em Tecnologia da
Informação e Comunicação (TIC), que atua na América Latina. A
pesquisa sobre a implementação do IPv6 traz aspectos técnicos e
mercadológicos da migração, além de apontar as melhores práticas na
transição dos endereços de internet no Brasil.
Segundo pesquisa divulgada no site IPv6.br, 95% das empresas
brasileiras com dez ou mais funcionários têm computadores. Dessas,
97% acessam a internet. O levantamento aponta também que a internet
é parte das atividades diárias de 92% das empresas brasileiras com
dez ou mais funcionários. Em poucos anos serão mais de 15 bilhões
de dispositivos conectados à internet, acessando remotamente
aplicações e grandes bancos de dados, enquanto o IPv4 suporta
apenas pouco mais de 4 bilhões de endereços.
“É fundamental estar preparado para a adoção do IPv6 a curto prazo.
Isso requer planejamento técnico e financeiro, uma vez que
demandará atualização das aplicações, servidores, sistemas
operacionais, roteadores e demais equipamentos de infraestrutura de
TI”, afirma Lucas Pinz, gerente de tecnologia da PromonLogicalis.
Ele destaca, entretanto, que a maior parte dos investimentos
realizados em equipamentos de rede ao longo dos últimos anos já foi
dedicada a componentes compatíveis com a nova versão do protocolo
IP
Pinz também acredita que com a massiva adoção do IPv6 pelos
provedores de conteúdo, o usuário final precisará ter acesso ao
novo protocolo no seu modem. “Se a operadora não oferecer esta
modalidade de acesso perderá um número considerável de
clientes”.
O executivo explica, ainda, que para o governo brasileiro, a adoção
do IPv6 é uma questão de segurança nacional, pois a internet no
País pode entrar em colapso caso não haja um plano concreto para a
migração do protocolo. “O sucesso do Plano Nacional de Banda Larga
(PNBL) também depende disso. E hoje em dia a maioria dos órgãos
públicos municipais, estaduais e federais usa a internet como
principal meio para troca de informações. Por isso, é enorme a
importância de medidas imediatas para a implantação do IPv6 no
Brasil”.
O objetivo dos testes do IPv6 realizados globalmente é alertar as
organizações de todos os setores – fornecedores de serviços de
internet, fabricantes de hardware, fornecedores de sistemas
operacionais e empresas de Internet – a preparar os seus serviços
para o IPv6 e assegurar uma transição bem sucedida.