Arquivo de Notícias // 2011 // Racional Engenharia revisa processos de TI com consultoria da PromonLogicalis


Com consultoria da PromonLogicalis, Racional Engenharia renova parque tecnológico e revisa processos para suportar crescimento dos negócios

 

Estudo mapeou as deficiências, necessidades e desafios do cliente, e desenhou as estratégias de TI e telecomunicações para os próximos três anos

 

No final de 2009, a tecnologia era o patinho feio na Racional Engenharia, empresa de construção civil focada na consultoria e construção de shopping centers, hospitais, data centers, centros logísticos, hipermercados, condomínios residenciais e corporativos. Vista essencialmente como um centro de custos, a TI era reativa e não supria as necessidades dos usuários, gerando constantes reclamações e dificultando o dia-a-dia dos profissionais.

“A TI estava parando a empresa”, relembra Paula Simodo, diretora de administração e finanças da Racional, área à qual o departamento de TI está subordinado. Segundo ela, a defasagem tecnológica começou a se transformar em um problema com o aquecimento do setor de construção civil e o consequente crescimento da companhia. “Quadriplicamos o número de funcionários e triplicamos o faturamento, mas a TI não acompanhou, o que criou um conflito”, explica.

Frente a esse problema, a empresa decidiu contar com a ajuda de uma empresa especializada em tecnologia da informação e comunicações, mas que também conhecesse o setor de engenharia e construção. Assim, a área de consultoria da PromonLogicalis foi contratada para elaborar um Plano Diretor de TI (PDTI). “O cliente necessitava modernizar sua infraestrutura para coordenar e executar com eficiência as novas obras. Para isso, precisava identificar a real situação, analisá-la e conhecer tendências e tecnologias que otimizariam seu negócio”, explica Rodrigo Suzuki, gerente de consultoria da PromonLogicalis responsável pelo projeto.

A PromonLogicalis desenvolveu um PDTI abrangente, que envolveu soluções de microinformática, redes, data center, sistemas de colaboração e de gerenciamento, telefonia IP, aplicativos de produtividade e de segurança, além de estrutura organizacional. O projeto, iniciado em meados de 2010, segue um cronograma de implementação distribuído ao longo dos próximos três anos, alinhado às prioridades do cliente, racionalizando e consolidando os investimentos.

Apesar de a primeira fase ter previsão de ser finalizada em junho de 2011, Paula afirma que a melhora dos serviços de TI já está sendo percebida internamente. “O mais importante é que a tecnologia tornou-se um tema estratégico para a companhia”, avalia a diretora, que espera como principais benefícios do projeto mais agilidade para as obras, flexibilidade e mobilidade para os profissionaisi. “Nossa meta é, no futuro, estar à frente do mercado também em termos de tecnologia”, finaliza.